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Gêmeos digitais avançam na gestão e sustentabilidade urbana

 

Em meio ao aumento de eventos extremos, congestionamentos e pressão sobre serviços públicos, algumas prefeituras brasileiras passaram a divulgar, nos últimos anos, estudos, testes e aplicações iniciais de gêmeos digitais urbanos, clones virtuais alimentados por dados reais para simular enchentes, planejar mobilidade e monitorar infraestrutura. Um dos casos é o de Rio Verde-GO, que em 2026 lançou a plataforma Rio Verde 360°/Gêmeo Digital, voltada ao planejamento urbano e à governança digital.

A iniciativa Rio Verde 360°/Gêmeo Digital é um modelo virtual do município, alimentado por cartografia digital, imagens aéreas, sensores urbanos e bases de dados integradas. A ferramenta deve auxiliar a tomada de decisões sobre mobilidade, infraestrutura, iluminação pública, saneamento, uso do solo, áreas de risco e meio ambiente.

O gêmeo digital pressupõe algum grau de modelagem territorial, integração de dados e capacidade de simular cenários ou identificar padrões, comportamentos e eventos futuros. Embora nem toda iniciativa de cidade inteligente seja um gêmeo digital, projetos de conectividade, videomonitoramento, centro de dados e centros de operação integram a infraestrutura necessária para modelos urbanos de maior complexidade.

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